sábado, 23 de outubro de 2010

AVISO

Devido à minha ausência o blog ficará inativo por tempo indeterminado.
Obrigado, até logo!

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Bidê ou Balde lança músicas inéditas após seis anos


Banda gaúcha divulgou as faixas 'Me deixa desafinar' e 'Tudo é preza'.
Canções farão parte de EP que o grupo lançará em novembro.

A banda Bidê ou Balde divulgou no começo desta semana, para os assinantes de sua newsletter, duas novas músicas: "Me deixa desafinar" e "Tudo é preza". As faixas fazem parte do primeiro material inédito que o grupo de rock pop lança em seis anos, desde o álbum "É preciso dar vazão aos sentimentos".

A banda liderada por Carlinhos Carneiro tem agora nova formação, com Marcos Rübenich (dos Walverdes) na bateria e, no baixo, Pedro Porto (ex-Ultramen).

O cantor revelou que as duas canções farão parte de um EP a ser lançado em novembro, junto das músicas "VA decomposto (ou, tudo funcionando meio Jackson Five"), "Madonna" e "(Não existe lugar) mais longe que o Japão".

Um disco de inéditas, o quarto da carreira da banda, deve ser lançado apenas em 2011.

Selo com Audrey Hepburn 'fumante' alcança valor recorde em leilão


Uma folha com 10 selos raros com a imagem da estrela de cinema Audrey Hepburn fumando um cigarro, com valor de face de US$ 0,56, foram leiloados em Berlim por cerca de 430 mil euros (cerca de US$ 600 mil).

O Serviço Postal Alemão imprimiu 14 milhões de selos comemorativos em 2001 sem obter os direitos da imagem. Quando os filhos de Hepburn se opuseram aos selos, a maioria deles foi destruída.

A imagem estampada no selo mostra a atriz em cena do filme "Bonequinha de luxo" (1961).

Dois terços da receita irão para o Fundo dos Filhos de Audrey Hepburn, criado em 1994 pelos filhos da atriz para melhorar a vida de crianças ao redor do mundo. A verba será usada para educar jovens na África Subsaariana, de acordo com o site da instituição filantrópica.

O terço restante irá para o Unicef da Alemanha. Hepburn foi embaixadora da boa vontade do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) de 1988 até morrer de câncer, em 1993.

sábado, 16 de outubro de 2010

Baixe o novo do Dissonantes no Trama Virtual




Os curitibanos do Dissonantes lançam segundo álbum e botam na íntegra na internet para download.

Aprecie em alto volume! DISSONANTES [http://tramavirtual.uol.com.br/artistas/os_dissonantes]

Leilão arrecada US$ 500 mil com objetos dos Beatles

Um leilão de objetos dos Beatles arrecadou US$ 500 mil na Argentina na noite desta sexta-feira. Cerca de 500 pessoas, entre elas colecionadores, participaram do evento em Buenos Aires.

Entre os objetos leiloados estavam um baixo autografado por Paul McCartney (vendido por US$ 35,5 mil) e um desenho feito por John Lennon (que ficou em US$ 12,8 mil). Ainda foi vendida uma capa do The white album, de 1968, com as assinaturas originais dos quatro garotos de Liverpool pela oferta de US$ 33 mil.

Entre os 144 objetos vendidos, além das relíquias dos Beatles havia também uma bola de beisebol e um disco assinados por Sting, um disco de platina de Elvis Presley e uma guitarra do Kiss.

Segundo informações do site G1, as peças foram exibidas em uma mostra até a última quinta-feira e pertenceiam ao argentino Raúl Blisniuk, que em 1998 entrou para o Guiness Book como o maior colecionador de objetos dos Beatles na América do Sul. O colecionador diz que pode voltar a fazer um leilão similar em 2011.

Keith Richards diz em livro que Mick Jagger ficou 'insuportável'

Guitarrista dos Rolling Stones se refere ao colega como 'Vossa Majestade'.
Na autobiografia 'Life', roqueiro fala de drogas e amizade com Johnny Depp.





O guitarrista dos Rolling Stones, Keith Richards, diz em sua nova autobiografia que Mick Jagger se tornou "insuportável" com o passar dos anos e revela que chama o autoritário vocalista da banda de "Vossa Majestade" ou "Brenda".

O livro de memórias é repleto de referências a outras celebridades, desde Johnny Depp a John Lennon, mas é a dinâmica espinhosa entre Richards e Jagger que domina o volume de 527 páginas, que será publicado em fascículos no jornal The Times.

Richards, de 66 anos, conheceu Mick Jagger aos 4 anos de idade. Ele diz que não põe os pés no camarim de Jagger há 20 anos.

"Foi no início dos anos 1980 que Mick começou a ficar insuportável", escreve Richards na autobiografia "Life", que lhe valeu um adiantamento de 4,8 milhões de libras (US$ 7,7 milhões), após uma enorme briga de lances entre diferentes editoras.

Richards e Jagger fundaram os Rolling Stones em 1962 e compuseram os sucessos da banda, levando o grupo a ter vendas de mais de 200 milhões de álbuns em todo o mundo.
"Às vezes penso: 'sinto saudades de meu amigo'", escreve Richards. "Me pergunto: 'Para onde ele foi?'".

Mas o guitarrista disse ao Times que seu colega de banda leu o livro e pediu que fosse tirada apenas uma coisa: uma referência ao fato de Jagger ter um treinador de voz.

Richards se recusou, dizendo: "Estou tentando contar a verdade".

Com relação a Jagger, ele acrescentou: "Já tivemos nossas desavenças, mas quem não tem? Você tenta manter uma coisa unida por 50 anos", acrescentando que a banda estuda a possibilidade de sair em turnê outra vez.

"Acho que vai acontecer. Bati um papo com ... Sua Majestade. Brenda."

A turnê mais recente dos Stones terminou em agosto de 2007, provocando as especulações de praxe sobre a possibilidade de não haver outras futuras.




Depp

Keith Richards fala com igual franqueza sobre outras celebridades. Ele conta que durante muito tempo não reconheceu Johnny Depp, mesmo depois de o ator indicado ao Oscar ter passado um tempo com seu filho por dois anos.

"Então, um dia, ele estava conosco no jantar, e eu disse 'Epa! É o Mão de Tesoura!".
Depp, que fez o papel-título no filme "Edward Mão de Tesoura", de 1990, atribui a Keith Richards a inspiração para seu personagem Capitão Jack Sparrow nos filmes "Piratas do Caribe", e os dois estão no momento rodando o quarto filme da série, em que Richards retoma seu papel de pai de Jack Sparrow.

Richards também inclui algumas observações mordazes sobre John Lennon: "Johnny. Um tolo babaca, sob tantos aspectos", escreve.
"Acho que John nunca saía de minha casa, exceto em posição horizontal."

Ele descreve como encontrou Lennon deitado ao lado da privada, dizendo: "Não me movam -- esses azulejos são lindos."

O próprio Richards é célebre por seu apetite insaciável por drogas, embora tenha aberto mão da heroína em 1978, após a quinta vez em que foi preso por uso de drogas, e tenha parado de usar cocaína depois de uma queda em Fiji, em 2006, o ter obrigado a passar por uma cirurgia cerebral.

O guitarrista disse que não se arrepende de suas façanhas.
"Eu adorava uma boa 'viagem'. E, se você continua acordado, você entende as canções que as outras pessoas deixam de curtir porque estão dormindo."

Durante sua época de viciado, nos anos 1960 e 1970, ele passou uma década na "Lista de pessoas com mais chances de morrer".

"Bem, não estou colocando a morte em minha agenda", disse ele ao Times. "Não quero encontrar meu velho amigo Lúcifer por enquanto."

"Life" será lançado em 26 de outubro.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Cinebiografia de Freddie Mercury não será 'filme sobre aids', diz roteirista

Cantor do Queen morreu vítima da doença em 1991.
Sacha Baron Cohen vai interpretar o músico no longa.



Peter Morgan, roteirista que trabalha da cinebiografia do cantor Freddie Mercury, líder e vocalista da banda britânica Queen, garantiu que o a produção não será um "filme sobre a aids".

Morgan (“A rainha”, "Frost / Nixon”, entre outros) declarou ao site especializado em cinema "Cinemablend" que o longa vai se concentrar no relacionamento de Mercury com os parceiros de banda, e não nos problemas de saúde do cantor — em 1991, ele admitiu que tinha a doença, e no dia seguinte morreu, aos 45 anos.

“Para ser honesto, não quis escrever um filme sobre a aids. Apenas contemplei o período. É quando ele rejeita os músicos da banda e, depois, volta para eles. Será uma espécie de filme sobre família. Algo do tipo 'odeio minha família, quero ser independente, mas depois volto'”, explicou.

Morgan revelou ainda que os músicos Brian May, Roger Taylor e John Deacon, ex-companheiros de Freddie no Queen, estão dando-lhe conselhos. "Mas não sei o quanto vão gostar do que estou escrevendo", comentou.



Vida reservada
Farrokh Bulsara, nome real de Mercury, nasceu em Zanzibar (na atual Tanzânia) e foi criado na Índia. Em 1971, fundou o Queen, banda que para muitos teve seu grande momento em 1985, no show beneficente Live Aid, ao apresentar sucessos como "We will rock you" e "Radio ga ga".

Fora do palco, Mercury tinha uma atitude reservada. Raramente se deixava entrevistar, e nunca falava da sua homossexualidade.



O ator Sacha Baron Cohen, que ficou famoso interpretando personagens como Borat, na comédia homônima, foi confirmado no papel de Freddie Mercury em setembro último.


[do G1]